segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Historia e Lenda do Edifício Martinelli


  O  prédio começou a ser construído em 1924, com projeto inicial de 13 andares, onde na época os edifícios mau passavam de 5 andares.Conforme ia construindo o Embagador Giuseppe Martinelli dono do edifício, ia se empolgando e aumentando o projeto, as vezes ao pedido da população, no qual chegou aos 25 andares.O edifício passou por um inquérito para provar que não iria cair. mesmo assim a obra foi embargada para não construir nem andar a mais.Foi então que o embagador subiu uma casa de 5 andares no terraço (a casa ficou conhecida como Casa do Conde, para completar os 30 andares e ser considerada a maior construção da América Latina.
 O embagador Martinelli não conseguiu pagar pelo prédio, e teve que financia com uma empresa italiana.O que não deu muito certo por causa da segunda guerra mundial, pois a união tomou o prédio para si.Mudando o nome para Edifício América.
 Com as crises do governo nas décadas seguintes, o edifício acada sendo abandonado, como na época o aluguel no centro era barato, acabou sendo atrativo para as classes mais baixas, virando casa de prostíbulo.
   Do luxo ao cúrtico, em 1947 um crime brutal e cometido contra um garoto judeu Davidson, violentado, estrangulado e jogado no poço do elevador, seu assassino  conhecido como "Meia Noite" foi preso e confessou o crime.Com o passar dos anos a degradação vai aumentada casos de suicídio vão aparecendo, os crimes começam a ficar frequentes.Na década de 60 outra morte teve repercussão a da  menina Márcia Tereza, que foi estrupada por 5 bandidos e  morta, em um dos apartamentos do Edifício.


 Chegando na década de 70 o edifício seria demolido, mais então o prefeito Olavo Setúbal entrou com um processo de revitalização e recupera  o o edifício para a prefeitura, reformando por completo e instalando alguns órgão públicos e vendendo alguns andares para grandes empresas.
 Durante a reforma que encontrou nos poços dos elevadores diversas ossadas humanas.

  A lenda da Loira

  Acredita-se que uma moça loira e sem rosto circula pelo interior do Martinelli durante a noite. Ela teria os cabelos compridos, impedindo que se veja sua face. Algumas pessoas afirmam que já viram máquinas de escrever funcionarem sozinhas e portas de armários baterem.

  Os funcionários e visitantes que conhecem a história afirmam que a loira deve ser da época do inicio da construção, por volta de 1930, que ronda o edifício até hoje.

5 comentários:

  1. Engraçado, em todas as historias de fantasmas é sempre a ''loira'' que faz parte da historia kkkk se não é loira é vestida de noiva kkkk eta povo que não tem imaginação viu...

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  2. Laercio, trabalhei la no inicio dos anos 80,Havia uma tarefa que so podia ser feita as sextas-feiras apos as 20;00hs devido o fluxo de pessoas.Dormia la mesmo.Por isso o convido a passar uma noite de sexta-feira la acima do 17.o andar .Tenho certeza de que vc nao vai sair de la muito feliz.
    Renildo.leite@bol.com.br

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    1. eu acredito nas historias, só acho engraçado que o personagem principal é sempre a loira e a mulher vestida de noiva, nunca tem outro no lugar

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  3. Laercio, trabalhei la no inicio dos anos 80,Havia uma tarefa que so podia ser feita as sextas-feiras apos as 20;00hs devido o fluxo de pessoas.Dormia la mesmo.Por isso o convido a passar uma noite de sexta-feira la acima do 17.o andar .Tenho certeza de que vc nao vai sair de la muito feliz.
    Renildo.leite@bol.com.br

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    1. Renildo...Fale mais sobre essa sua experiência.

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